18082018Sab
AtualizaçãoQua, 18 Jun 2014

NATAL (AULA COMEMORATIVA)

A) IDÉIAS BÁSICAS
· “Glória a Deus nas alturas, paz na Terra e boa vontade para com os homens”. Esse é o significado espiritual do Natal.
· Ante os festejos puramente materiais realizados nas comemorações do Natal, devemos buscar compreender a legítima significação da grande data que marca o advento daquele que, como condutor da Humanidade, trouxe para nós, pela exemplificação, o AMOR e a verdadeira fraternidade, base da felicidade humana.
· Devemos comemorar o Natal com justa alegria em nosso coração, em nosso lar, com os amigos e com todos os que nos cercam, mas lembremo‑nos de que a verdadeira fraternidade não se expressa pela oferta de presentes ou de lembranças, antes, através da exemplificação cristã e pela boa vontade de uns para com os outros.
· Para o espírita o Natal não se limita às alegrias de um dia, mas se estende por toda a sua vida, uma vez que sempre encontra motivos reais para ser feliz, ajudando ao próximo, permitindo o nascimento do Mestre em seu coração, em todos os seus atos, palavras e pensamentos.
· O maior presente de que necessita a Humanidade é a PAZ entre os homens e essa tão almejada PAZ só existirá verdadeiramente quando houver o desprendimento e a boa vontade comandando as nossas ações e quando todos nós nos amarmos como irmãos, sem nos esquecer de que ninguém pode ser plenamente feliz sem a felicidade dos outros.

B) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA PREPARAÇÃO DO EVANGELIZADOR 
1. Bases Evangélicas ‑ Mateus: 1:18 a 25 ‑ 1:26 a 38 ‑ 2:1 a 20 ‑ 2:26 a 38 ‑ 2:41 a 52. Lucas: 1:26 a 38 - 2:1 a 20 ‑ 2:26 a 38 ‑ 2:41 a 52. Velho Testamento: II Samuel (1.402 anos A.C.): 7:12 a 16. Isaías: (742 A.C.): 11:1. Miquéias (710 A.C.): 5:2 e 3.
2. Bases Doutrinárias ‑ Livro dos Espíritos: 642 a 628 ‑ Evangelho Segundo o Espiritismo: Cap.1, itens 3 e 4 ‑ Cap.2, item 4.
3. Obras Subsidiárias ‑ Antologia da Espiritualidade: Caps.15, 20 e 37 ‑ Antologia dos imortais: “Conto de Natal” ‑ Antologia Mediúnica do Natal: todo ‑ A caminho da Luz: 11 (final) e 12 (todo) ‑ Cartas e Crônicas: Cap.19 ‑ Coletânea do Além: “Súplica de Natal” ‑ de Irmão para Irmão: “Natal Permanente” ‑ Celeiros de Luz: todo ‑ Emmanuel: 2 (final) ‑ Enxugando Lágrimas: Cap.17 ‑ Fonte Viva: Cap.180 - Instruções Psicofônicas: Cap.40 ‑ Instrumentos do Tempo: Cap.19 ‑ Histórias do Vovô Bento: Cap.25 ‑ Luz Acima: 50 ‑ Mais Luz: Cap.16 ‑ Na Era do Espírito: Cap.28 - Nas Pegadas do Mestre: “Oração do Natal” ‑ Novas Mensagens: “Natal” e “Oração do Natal” ‑ Palavras do Infinito: “Prece do Natal” ‑ Para Viver a Grande Mensagem: “Natal” e “Pastores de Hoje” ‑ Passos da Vida: Caps.4, 16 e 25 - Pontos e Contos: Caps.25, 37 e 49 ‑ Poetas Redivivos: Cap.112 ‑ Relicário de Luz; “Recordação do Natal” e “Bilhete de Natal” ‑ Rumos Libertadores: Cap.60 ‑ Sementes da Vida Eterna: Cap.60 ‑ Vozes do Grande Além: Caps.27 e 28.

C) REFERÊNCIAS PRÁTICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA AULA 
1. Jardim e I Ciclo - A chuva após longa estiagem ‑ O pastor em busca da ovelha transviada ‑ O raio solar iluminando o abismo ‑ O mordomo fiel ‑ O bálsamo que alivia a dor ‑ O nascer do dia após noite de dificuldades ‑ A fonte de água pura - O jardineiro que cuida de todas as plantas ‑ A música suave que desperta nossa esperança ‑ A esperança de cura para o doente ‑ O sorriso confiante de uma criança ‑ A árvore cujas flores se transformam em frutos.
2. II e III Ciclos ‑ O alimento na hora da fome ‑ O cobertor em tempo de frio ‑ O leite para o recém‑nascido ‑ O bálsamo que alivia a dor imensa ‑ O arco‑íris após a tempestade ‑ A fonte de água pura ‑ A reforma de uma casa ‑ A lagarta e a metamorfose ‑ A descoberta após exaustiva pesquisa ‑ O aprendizado após o estudo ‑ O óleo na lubrificação da máquina ‑ A chegada da primavera ‑ O advogado e o réu sem defesa ‑ O lavrador e a escolha das sementes ‑ O médico no qual o doente confia ‑ O condutor responsável por um barco ‑ A lanterna em noite escura.

D) CONCLUSÃO EVANGÉLICO‑DOUTRINÁRIA 
· “Cada espírito é um mundo onde o Cristo deve nascer. Não se pode esperar a reforma do mundo sem o homem reformado”. Eis porque o Natal do Senhor se reveste de profunda importância para cada um em particular.
· Devemos compreender que o Natal não deve ser comemorado somente em sua data simbólica, mas sim todos os dias através da prática de atos cristãos e que o Evangelho é um livro para ser estudado e exemplificado por nós.
· Desde o seu nascimento, Jesus já nos deu os melhores exemplos de humildade e renovação espiritual, recebendo como berço uma simples manjedoura. Daí a importância de recebê‑lo em nossos corações com clima de alegria e simplicidade, desprendimento e boa vontade.
· Façamos, pois do Natal o lembrete Divino de que é preciso renovar nosso íntimo, permitindo que o Cristo nasça em nós para que possamos conseguir perceber o Mundo de Regeneração que se aproxima.